8,5 razões porque gosto de ti.
Gosto de ti porque prevejo tudo o que vai acontecer. E acontece mesmo.
Gosto de ti porque cheiras (um bocadinho) mal dos pés e não te apercebes disso.
Gosto de ti porque me enches de pequenos beijinhos logo pela manhã.
Gosto de ti porque não percebes nada de Geografia mundial. E isso, em ti, é querido.
Gosto de ti porque não consegues passar menos de 2h comigo ao telemóvel.
Gosto de ti porque durante essas 2h sentes e fazes questão de dizer que gostas mim.
Gosto de ti porque já não consegues viver sem mim. Ou ser sem mim.
Gosto de ti porque fazes com que voem borboletas no meu peito e na minha barriga de cada vez que falo contigo, olho para ti ou me abraças.
Gosto de ti porque és...
domingo, 27 de junho de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Depreendo toda e qualquer vontade tua,
em cada brilho de olhar mudo,
em cada silêncio proferido pela tua respiração,
em cada cor que te caracteriza,
em cada expressão sorridente que mostras sem dó nem compaixão.
Extingues qualquer memória do meu pensamento,
quando a harmonia das tuas palavras se funde com a minha respiração.
Desmesurável e incontrolável esta ânsia de chegar perto.
Sinto cada passo teu, como se do último se tratasse.
Aprecio e deixo-me levar pela honestidade desse brilho,
enquanto escrevo, durmo, falo, rio, como...
em cada brilho de olhar mudo,
em cada silêncio proferido pela tua respiração,
em cada cor que te caracteriza,
em cada expressão sorridente que mostras sem dó nem compaixão.
Extingues qualquer memória do meu pensamento,
quando a harmonia das tuas palavras se funde com a minha respiração.
Desmesurável e incontrolável esta ânsia de chegar perto.
Sinto cada passo teu, como se do último se tratasse.
Aprecio e deixo-me levar pela honestidade desse brilho,
enquanto escrevo, durmo, falo, rio, como...
A nostalgia que se sente quando algo deixa de o ser.
Amedronta-se o mais pequeno ser, dissipando-se em prantos longos e aflitivos.
E se um novo amanhecer pudesse, com a sua bondade, harmonia e graciosidade, trazer-te.
De um tempo que não era meu, nem era teu nem era nosso.
A inquietude de quem não pode ser o amanhã sem o ontem.
Silenciosamente, absténs-te de um mundo que cessei de estar fechado.
Ecoa-se no mundo o espírito de alcançar o que longe se encontra.
O ânimo e entusiasmo fazem pelejar por sentimentos tão inspiradores e inocentes.
Infrutífera luta que somente a melancolia trouxe.
Amedronta-se o mais pequeno ser, dissipando-se em prantos longos e aflitivos.
E se um novo amanhecer pudesse, com a sua bondade, harmonia e graciosidade, trazer-te.
De um tempo que não era meu, nem era teu nem era nosso.
A inquietude de quem não pode ser o amanhã sem o ontem.
Silenciosamente, absténs-te de um mundo que cessei de estar fechado.
Ecoa-se no mundo o espírito de alcançar o que longe se encontra.
O ânimo e entusiasmo fazem pelejar por sentimentos tão inspiradores e inocentes.
Infrutífera luta que somente a melancolia trouxe.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
nham
És... mais do que alguma vez te pedir para seres.
És presença não ausente no quotidiano do Inverno.
És quem sempre foste: obstinado, inconsequente, delicioso.
És a raiva, a alegria, a tristeza e a sabedoria.
Jamais saberei aceder a ti, por mais banquinhos que sobreponha.
És quem não devias ser: a minha perdição.
Obrigada por existires, Ferrero Rocher.
És presença não ausente no quotidiano do Inverno.
És quem sempre foste: obstinado, inconsequente, delicioso.
És a raiva, a alegria, a tristeza e a sabedoria.
Jamais saberei aceder a ti, por mais banquinhos que sobreponha.
És quem não devias ser: a minha perdição.
Obrigada por existires, Ferrero Rocher.
Stran..
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Where are you?
You said you loved me/But can’t figure out what kind of love/I really don’t care/I’ll take what you have/Where are you?/I need your presence/Where are you?/I feel so useless/Where are you?/My beliefs are fading/Where are you?/Come to me/Why do I care for/Such a cold-hearted soul ?/You’re like a disease/So why do I suffer/If you’re hanging around with the cure?/I’ll pay what you ask/I really don’t care/Where are you?
Where are you? dos Silence 4.
Where are you? dos Silence 4.
7. doze
Deparo-me com as baixas temperaturas que se fazem sentir lá fora.
Volta o pensamento "está frio demais para apostar em mim", tal como o Bettencourt diria.
A multidão que vagueia por espaços amplos e consumistas traz consigo desamparo e solidão.
Sinto a tua falta. Mas se existem responsabilidades, estas devem ser cumpridas.
Perco-me pelo mundo virtual ao invés da papelada que ao meu lado se encontra.
Concentração dispersa-se e penso em ti. Faz-me falta a tua companhia.
Abandono este mundo na esperança de uma divina inspiração de história para gestualizar.
Volta o pensamento "está frio demais para apostar em mim", tal como o Bettencourt diria.
A multidão que vagueia por espaços amplos e consumistas traz consigo desamparo e solidão.
Sinto a tua falta. Mas se existem responsabilidades, estas devem ser cumpridas.
Perco-me pelo mundo virtual ao invés da papelada que ao meu lado se encontra.
Concentração dispersa-se e penso em ti. Faz-me falta a tua companhia.
Abandono este mundo na esperança de uma divina inspiração de história para gestualizar.
domingo, 22 de novembro de 2009
Sis*
Tenho saudades das tuas palavras, da forma como falas, da forma como sorris, do teu cabelo grande e ondulado e do teu desejo em como fosse encaracolado, das tuas birras, dos pacotes de cereais e de batatas fritas que deixavas abertos, do material escolar que espalhavas pelo meu quarto, dos livros que riscaste sem dó nem piedade, das tuas bochechas vermelhinhas, de te pentear (ou da tentativa em te pentear), de te chatear e de te chatear ainda mais, de te abraçar, de te dar beijinhos, de me fazeres MOOOOCHE (e eu a ti :P), dos passeios pela cidade, da seca que apanhavas quando o fazíamos, de me pedires constantemente o meu telemóvel para um joguinho (a propósito, já não o tenho :x), dos teus dedos pequeniiiiinos, das tuas unhas roídas, das tuas tentativas em não as roer, das nossas idas às livrarias, das leituras que fazíamos, dos almoços por mim preparados, onde os ovos mexidos faziam de cabelo, o arroz de cara, as cenouras de boca, e a carne de olhos. Tenho saudades... saudades de te ir levar à escola, de te ir buscar. De te levar às cavalitas e de te fazer passar vergonhas em frente às tuas amigas (foram poucas, foram). Tenho saudades dos teus beijinhos pequeninos, muitos e pequeninos. E tenho saudades de te ir acordar com o meu "bom diiiiiiiiiiiiiiia" e de ires para a minha cama às 7h da manhã, sem eu me aperceber. Tenho saudades dos desenhos que pintávamos juntas, da confusão que era escolher as cores que melhor combinavam. Tenho saudades... tantas. E muitas.Tenho saudades... muitas saudades. Imensas saudades.
1/2
Quando adormeces comigo e não me deixas dormir.
Quando fazes a cara que eu faço quando me vejo ao espelho, pela manhã.
Quando olhas para mim...
Quando apertas a minha mão contra a tua,
resultando um cor-de-rosinha na minha face.
Quando, não tendo acesso ao meu pensamento,
o sabes, de cor.
Nada mais me falta.
Nada mais me faz feliz.
Quando fazes a cara que eu faço quando me vejo ao espelho, pela manhã.
Quando olhas para mim...
Quando apertas a minha mão contra a tua,
resultando um cor-de-rosinha na minha face.
Quando, não tendo acesso ao meu pensamento,
o sabes, de cor.
Nada mais me falta.
Nada mais me faz feliz.
sábado, 27 de junho de 2009
'I do not care what car you drive, where you live.
If you know someone who knows someone who knows someone.
If your clothes are this years cutting edge.
If your trust fund is unlimited.
If you are A-list, B-list ou never heard of you list.
I only care about the words that flutter from your mind.
They are the only thing you truly own.
The only thing i will remember you by.
I will not fall in love with your bones and skin.
I will not fall in love with the places you have been.
I will not fall in love with anything but
the words that flutter from your extraordinary mind.'
If you know someone who knows someone who knows someone.
If your clothes are this years cutting edge.
If your trust fund is unlimited.
If you are A-list, B-list ou never heard of you list.
I only care about the words that flutter from your mind.
They are the only thing you truly own.
The only thing i will remember you by.
I will not fall in love with your bones and skin.
I will not fall in love with the places you have been.
I will not fall in love with anything but
the words that flutter from your extraordinary mind.'
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Nim

Abre-se o mundo numa janela cujo vidro nao deixa antever o que do outro lado se encontra. Passas e fazes sinal, como se soubesses o que está a acontecer. As ruas enchem-se de passos e os sabores confundem-se no ar. Mistura-se a vontade com o dever e fica-se no ponto zero. Procura-se o beco com saída, onde as opções existem. Atafulham-se e emaranham-se os sentimentos com/e os pensamentos. O incerto é mais do que certo.
domingo, 24 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
És
Porque o silêncio desperta-me do ruído,
que fazes com as tuas palavras vazias.
Porque és tudo como quem é nada,
e esvazias o que vazio já se encontra.
Porque sinto-te perto quando estás longe.
Porque és o algo do qual abdicar não quero.
Porque, sem porquê.
Parte oculta, agora aclareada.
que fazes com as tuas palavras vazias.
Porque és tudo como quem é nada,
e esvazias o que vazio já se encontra.
Porque sinto-te perto quando estás longe.
Porque és o algo do qual abdicar não quero.
Porque, sem porquê.
Parte oculta, agora aclareada.
sexta-feira, 24 de abril de 2009

Gesto moroso que suplica por atenção.
Um sorriso intimidado por caras e pensamentos estupefactos.
Um olhar despido. De preconceitos, de julgamentos sentenciosos.
O diálogo que permite desligarem-se do mundo exterior e esquecer a dor.
É a realidade de um mundo que não dá tréguas.
Uma lágrima que resume todo o entusiasmo e dedicação, por um dia, por umas horas, por um segundo...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Chuvinha

Quando o silêncio quieto e constrangedor se apodera de um corpo vulnerável a todo e qualquer estímulo proveniente do meio que o rodeia. Os dias são frios e melancólicos e sinto-os porque não os trazes contigo. Há um pensamento fugaz de quem pensa não poder mudar os dias, de quem julga poder conquistar o teu mundo. Escondes-te deliberadamente e a união das tuas ideias prevalecem racionalmente sobre as sensações. Deixa-as sair, deixa-as tornaram-se palavras e frases e gestos e olhares que tencionas exprimir sem qualquer preconceito ou pudor. Não, não julgues que é tarde demais... Deixa que qualquer brisa suave e quente rodeie o teu corpo e te leve em direcção ao outro mundo. Deixa-te envolver pelo momento plenamente emocional... abandona esse pensamento e rende-te com ternura e virtuosidade.. porque agora é de dia, faz sol e chove a potes e sabe bem estar contigo à luz de uma qualquer produção por ti escolhida.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Primeiro
A cada passo surgem infindáveis questões
acerca da nossa orientação neste mundo.
Mundo de tropeços
e perigosos percalços,
com admirações surpresa de água fria
que nos refrescam as ideias
e reflectem o nosso estado de espírito.
Porque a cada segundo que passa
o sentido deixa de o fazer
e a imaginação vai para além dos sonhos.
Sonhos que cedem à pressão de um novo amanhecer
Sonhos que nos ligam à vida
como uma última respiração sufocante,
um último olhar sincero e sereno,
um último gesto breve e marcante,
um último adeus para o fim,
um último tu,
um último eu...
um último nós.
Incompreensão constantemente constante.
acerca da nossa orientação neste mundo.
Mundo de tropeços
e perigosos percalços,
com admirações surpresa de água fria
que nos refrescam as ideias
e reflectem o nosso estado de espírito.
Porque a cada segundo que passa
o sentido deixa de o fazer
e a imaginação vai para além dos sonhos.
Sonhos que cedem à pressão de um novo amanhecer
Sonhos que nos ligam à vida
como uma última respiração sufocante,
um último olhar sincero e sereno,
um último gesto breve e marcante,
um último adeus para o fim,
um último tu,
um último eu...
um último nós.
Incompreensão constantemente constante.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Segura-me
Segura-me com a sua mão delicada,
e, inexplicavelmente,
dissimula todo um cruzar de olhares desatentos e pacíficos,
provocando o desconforto de quem com a situação lidar não sabe.
Muito mais do que um simples gesto,
muito mais do que a humildade subjacente.
Entusiasma-me com estórias que seduzem
uma consciência muda
e impressiona-me com expressões enigmáticas
que contemplo atentamente.
Porém, num ápice,
tudo toma outro rumo.
Rumo ao incógnito conhecimento,
à mentira desmesuradamente insensível e desumana,
à existência inflexível e inapropriada de um só espírito.
A cautela é fatal e intimidante.
e, inexplicavelmente,
dissimula todo um cruzar de olhares desatentos e pacíficos,
provocando o desconforto de quem com a situação lidar não sabe.
Muito mais do que um simples gesto,
muito mais do que a humildade subjacente.
Entusiasma-me com estórias que seduzem
uma consciência muda
e impressiona-me com expressões enigmáticas
que contemplo atentamente.
Porém, num ápice,
tudo toma outro rumo.
Rumo ao incógnito conhecimento,
à mentira desmesuradamente insensível e desumana,
à existência inflexível e inapropriada de um só espírito.
A cautela é fatal e intimidante.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Inspira-me
Inspira-me como se tivesse a ousadia de me alcançar.
Alcança-me com o ar de quem não compreende a realidade.
Impressiona-me como uma melodia inigualável.
Todo e cada delito é tido como indiferente,
e qualquer suavidade é salientada por notas que tocam em harmonia,
nostálgica e sem piedade.
Assim o é.
E assim o será.
Alcança-me com o ar de quem não compreende a realidade.
Impressiona-me como uma melodia inigualável.
Todo e cada delito é tido como indiferente,
e qualquer suavidade é salientada por notas que tocam em harmonia,
nostálgica e sem piedade.
Assim o é.
E assim o será.
domingo, 23 de novembro de 2008
Dia zero
É o cessar de qualquer tipo de raciocínio forçado,
de qualquer pensamento pormenorizado,
de qualquer acto conjecturado de antemão.
Faz como se fosses tu.
Deixa que todos sejam cada um.
Porque, depois de hoje, nada mais vai ser análogo ao que era.
É o princípio do fim e de um começo sem fim.
Deixa que o teu corpo se apodere de ti mesmo.
Deixa-te cair, como se de uma loucura se tratasse.
Deixa-te envolver,
Arrisca,
Sente.
É o dia zero.
de qualquer pensamento pormenorizado,
de qualquer acto conjecturado de antemão.
Faz como se fosses tu.
Deixa que todos sejam cada um.
Porque, depois de hoje, nada mais vai ser análogo ao que era.
É o princípio do fim e de um começo sem fim.
Deixa que o teu corpo se apodere de ti mesmo.
Deixa-te cair, como se de uma loucura se tratasse.
Deixa-te envolver,
Arrisca,
Sente.
É o dia zero.
sábado, 22 de novembro de 2008
Quando...
Ilusões que se formam em prol de todo um conhecimento que pensamos dominar.
Sentimentos infrutíferos que transtornam almas até que nada lhes reste.
Dias calmos, tranquilos e sossegados contrastando com noites tempestuosas e solitárias.
Olhares que valem mais que qualquer sorriso,
E sorrisos que não permitem avaliar o que lhes está subjacente.
Palavras que não dão luta,
Lutas que não toleram dois vencedores.
Existências desorientadas por mentiras persistentes e maliciosas.
Nada que nos una ao tudo longínquo, inconquistável e inalcançável.
Um sofrimento incessante e secreto que não permite denúncias.
Ideais modelados a partir de uma realidade distorcida que não apaziguam o presente.
Desmedidas são elas, porque as fazem perdurar no tempo.
Não conjecturadas antecipadamente, não têm piedade de quem as sente.
Assim são as desilusões da existência de cada ser.
Who do you really know?
Who do you really trust?
Sentimentos infrutíferos que transtornam almas até que nada lhes reste.
Dias calmos, tranquilos e sossegados contrastando com noites tempestuosas e solitárias.
Olhares que valem mais que qualquer sorriso,
E sorrisos que não permitem avaliar o que lhes está subjacente.
Palavras que não dão luta,
Lutas que não toleram dois vencedores.
Existências desorientadas por mentiras persistentes e maliciosas.
Nada que nos una ao tudo longínquo, inconquistável e inalcançável.
Um sofrimento incessante e secreto que não permite denúncias.
Ideais modelados a partir de uma realidade distorcida que não apaziguam o presente.
Desmedidas são elas, porque as fazem perdurar no tempo.
Não conjecturadas antecipadamente, não têm piedade de quem as sente.
Assim são as desilusões da existência de cada ser.
Who do you really know?
Who do you really trust?
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Será possível?
Será possível que tudo se tenha ido?
E que tudo tenha ficado?
Lágrimas que se arrastam por entre os cantos da almofada.
Palavras que se tocam num sentimento mútuo.
Lágrimas que caem e que, não voltando, voltam a cair.
Palavras que aguardam impacientemente.
Algo que me transcende.
Algo surreal.
Algo inacreditável.
Algo desanimador.
As surpresas acontecem.
E surgem precisamente quando menos as esperamos.
Uau, não?
Little smile, little hapiness...
Será possível que tudo se tenha ido?
E que tudo tenha ficado?
Lágrimas que se arrastam por entre os cantos da almofada.
Palavras que se tocam num sentimento mútuo.
Lágrimas que caem e que, não voltando, voltam a cair.
Palavras que aguardam impacientemente.
Algo que me transcende.
Algo surreal.
Algo inacreditável.
Algo desanimador.
As surpresas acontecem.
E surgem precisamente quando menos as esperamos.
Uau, não?
Little smile, little hapiness...
quinta-feira, 21 de junho de 2007
M.

O céu.
As nuvens.
A calma.
A paz.
Porque falta pouco tempo.
Porque sei que estás aqui,
apesar de ausente.
Porque é aqui que eu te encontro.
Porque fazes falta.
Muita.
Porque penso no teu sorriso.
E dói.
Dói pensar que podia ser eu,
dói pensar que, afinal, foste tu.
É...
como se o tempo parasse,
como se as almofadas voassem
sem destino algum,
como se o céu
deixasse de ser azul,
como se nada mais
nem mais ninguém existisse,
senão tu.
Lembro-me de ti
a cada segundo,
a cada minuto,
a cada hora...
Sempre.
É e será sempre o teu dia.
Aquele dia
em que despertaste sorrisos.
Aquele dia
em que despertaste vida.
Aquele dia
em que despertaste vontade de viver.
Aquele dia
em que... eu fico assim.
Mesmo antes de o dia ser.
Missing someone.
quarta-feira, 13 de setembro de 2006
.c.a.l.i.n.a.d.a.s.
Ora vejamos algumas das calinadas apanhadas no ar, numa hora, na Feira.
"- Leve agora porque quando acabar, já não há mais!! Leve agora, leve agora!"
"- Ó menina, é só escolher. Leva 5 e paga 6..."
"- Tudo a um euro! É à sua escolha...
- Olhe, desculpe, quanto custa isto?
- 3 «êurus»! Ó menina, venha cáa..."
"-Tem mais cores? Amarelo, p.ex.?
- Ai menina, tenho. Mas leve o branco!"
"-Não quer levar mais nada menina?! Olhe aqui tanta coisa bela... é só escolher!!
- Sim, pode ser isto...
- Ai isso é p'ra'quela senhora... leve este que é igual!!"
O Português.
"- Leve agora porque quando acabar, já não há mais!! Leve agora, leve agora!"
"- Ó menina, é só escolher. Leva 5 e paga 6..."
"- Tudo a um euro! É à sua escolha...
- Olhe, desculpe, quanto custa isto?
- 3 «êurus»! Ó menina, venha cáa..."
"-Tem mais cores? Amarelo, p.ex.?
- Ai menina, tenho. Mas leve o branco!"
"-Não quer levar mais nada menina?! Olhe aqui tanta coisa bela... é só escolher!!
- Sim, pode ser isto...
- Ai isso é p'ra'quela senhora... leve este que é igual!!"
O Português.
segunda-feira, 11 de setembro de 2006
A (in)decisão
Mais um.
Mais outro.
Mais uns poucos dias passaram.
O trânsito está caótico:
os kiwis ainda não entraram,
as cerejas ainda não saíram.
Criou-se, a bem dizer, um impasse.
Os sinais estão ambos intermitentes.
As cerejas ainda não se decidiram.
Mas os kiwis querem andar em frente.
No entanto, para isso,
é necessário que as cerejas se desviem...
Esperemos, então.
É caso para dizer que anda tudo, a modos que, desorientado...
Peace and hope, again.
Mais outro.
Mais uns poucos dias passaram.
O trânsito está caótico:
os kiwis ainda não entraram,
as cerejas ainda não saíram.
Criou-se, a bem dizer, um impasse.
Os sinais estão ambos intermitentes.
As cerejas ainda não se decidiram.
Mas os kiwis querem andar em frente.
No entanto, para isso,
é necessário que as cerejas se desviem...
Esperemos, então.
É caso para dizer que anda tudo, a modos que, desorientado...
Peace and hope, again.
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
Mas!?
Saudades.
Saudades do tempo que passámos juntos.
Saudades das gargalhadas que dei contigo e saudades dos momentos em q sacudiste as lágrimas das minhas bochechas.
Saudades de ter alguém como tu ao meu lado.
Saudades de viver o presente, não o passado.
Saudades do cheiro a terra molhada.
Saudades de te abraçar, saudades de te dar a mão.
Saudades de TI...
Saudades das músicas que ouvíamos, saudades das músicas que não ouvíamos.
De andar, correr, pular, saltar, dançar contigo.
De cantarolar, pensar, escrever, rir e até chorar contigo.
Tudo isto são saudades...
Saudades de ninguém e de toda a gente, ao mesmo tempo.
Saudades de te ter aqui.. aqui.. aqui!
Acolá, se lá eu estiver.
Saudades de ouvir o meu coração a bater com força,
saudades de não me sentir assim...
Saudades que sei que um dia irão passar,
Saudades de não ter sentimentos contraditórios.
Saudades de não ser apressada,
de não ser como sou.
Saudades daquela noite e de mais nenhuma.
Saudades de me sentir diferente...
Saudades de não ter saudades...
Íssimo, íssimo!
Saudades do tempo que passámos juntos.
Saudades das gargalhadas que dei contigo e saudades dos momentos em q sacudiste as lágrimas das minhas bochechas.
Saudades de ter alguém como tu ao meu lado.
Saudades de viver o presente, não o passado.
Saudades do cheiro a terra molhada.
Saudades de te abraçar, saudades de te dar a mão.
Saudades de TI...
Saudades das músicas que ouvíamos, saudades das músicas que não ouvíamos.
De andar, correr, pular, saltar, dançar contigo.
De cantarolar, pensar, escrever, rir e até chorar contigo.
Tudo isto são saudades...
Saudades de ninguém e de toda a gente, ao mesmo tempo.
Saudades de te ter aqui.. aqui.. aqui!
Acolá, se lá eu estiver.
Saudades de ouvir o meu coração a bater com força,
saudades de não me sentir assim...
Saudades que sei que um dia irão passar,
Saudades de não ter sentimentos contraditórios.
Saudades de não ser apressada,
de não ser como sou.
Saudades daquela noite e de mais nenhuma.
Saudades de me sentir diferente...
Saudades de não ter saudades...
Íssimo, íssimo!
segunda-feira, 17 de julho de 2006
É assim...
Ai...
Este calor que nos atormenta os dias.
Não é?
São 13h e picos e o calor aperta-nos.
O termómetro?
Coitado!
O termómetro quase já não tem forças para empurrar o mercúrio para cima.
Trabalho árduo esse.
Este calor atinge-nos a todos,
tal como o "vírus da selecção portuguesa",
que acabou há uns dias atrás...
Bóóóriiiingue!
Este calor que nos atormenta os dias.
Não é?
São 13h e picos e o calor aperta-nos.
O termómetro?
Coitado!
O termómetro quase já não tem forças para empurrar o mercúrio para cima.
Trabalho árduo esse.
Este calor atinge-nos a todos,
tal como o "vírus da selecção portuguesa",
que acabou há uns dias atrás...
Bóóóriiiingue!
quinta-feira, 13 de julho de 2006
Algo estranho constítuido por frases, palavras, letras...
Indubitavelmente, há sempre algo que nos persegue, nos amedronta e nos faz reflectir sobre o fictício fiapo pelo qual cada um se encontra pendente. Quando este se quebrar, dar-se-à o limite da nossa existência. Apesar da sua aparência opaca, da sua irritante fífia, dos laivos por ele deixados, mas que, inevitavelmente, nos levam a lado nenhum, este sempre nos presenteia a sua fidúcia para as nossas persistentes buscas. Por muito tenaz e confiante que este seja, nunca nada nos parece tão penoso conjecturar como vaguear sem Fado por entre todas as possíveis e imaginárias ruas. Oh! Quantas foram as vezes que suplicámos ser meras poalhas, quantas? Quantas terão sido as vezes em que ambicionámos a existência de algo que nos fizesse recuar no tempo, quantas? Quantas... quantas? Oh!
Sssshhhh..
Ao fundo, ouve-se um taciturno, melancólico, álgico e desgostoso silêncio que nos desanima - tudo o que era temido confronta-se, agora, com o nosso venerado ser. Inesperadamente, pinga... e pinga outra vez... até que uma chuva imensa começa a cair e a inundar ruas e ruelas, buracos e buraquinhos... duas nuvens embatem: troveja! E nós? Nós deixamo-nos levar por aquele bonito espectáculo. Extravia-se entretanto o vestígio procurado, agora inprofícuo. Mas, não é desta que nos daremos por vencidos! Há que trazer até ao presente a tenaz força que nos foi concedida. A todos nós, Lusitanos. E acredito que não tenha sido por obra do Espírito Santo...
Hope.
Sssshhhh..
Ao fundo, ouve-se um taciturno, melancólico, álgico e desgostoso silêncio que nos desanima - tudo o que era temido confronta-se, agora, com o nosso venerado ser. Inesperadamente, pinga... e pinga outra vez... até que uma chuva imensa começa a cair e a inundar ruas e ruelas, buracos e buraquinhos... duas nuvens embatem: troveja! E nós? Nós deixamo-nos levar por aquele bonito espectáculo. Extravia-se entretanto o vestígio procurado, agora inprofícuo. Mas, não é desta que nos daremos por vencidos! Há que trazer até ao presente a tenaz força que nos foi concedida. A todos nós, Lusitanos. E acredito que não tenha sido por obra do Espírito Santo...
Hope.
segunda-feira, 3 de julho de 2006
O enigmático nome do blog
Antes de mais, a razão pela qual o blog se dá pelo nome de Falta-vos um Cotel! (depreendo, portanto, que toda a gente saiba o que é um Cotel.):
Para quem diz que as gerações mais velhas precisam de inovar e aprender um pouco com as gerações mais novas, fica aqui um alerta: talvez não seja bem assim. A verdade é que todos os dias aprendemos o novo (ou talvez não) vocabulário dos mais velhos. Já a minha querida mãe dizia: "Filha, vai-me buscar um Cotel, se fazes favor". A minha irmã, como sempre, muito educada, claro que se prontificou a fazê-lo, não fosse o pequeno pormenor de ela, coitadinha, não saber o que era um Cotel. E ficámos as três, especadas a olhar umas para as outras: a minha mãe à espera que a minha irmã se mexesse; a minha irmã à espera que a minha mãe lhe dissesse o que era afinal um Cotel e eu, completamente parva com a situação. Ninguém se mexia, ninguém respirava. Bom, nem era tanto assim. De repente, alguém soltou uma grande gargalhada... seguiu-se uma outra e depois outra. É verdade. E para quem diz que nunca se aprende nada com os mais velhos, esta situação é a prova de que isso é mentira. Hoje em dia, já todas nós sabemos o que é um Cotel. E digo-vos que dá sempre jeito terem um, senão muitos, em casa.
Para quem diz que as gerações mais velhas precisam de inovar e aprender um pouco com as gerações mais novas, fica aqui um alerta: talvez não seja bem assim. A verdade é que todos os dias aprendemos o novo (ou talvez não) vocabulário dos mais velhos. Já a minha querida mãe dizia: "Filha, vai-me buscar um Cotel, se fazes favor". A minha irmã, como sempre, muito educada, claro que se prontificou a fazê-lo, não fosse o pequeno pormenor de ela, coitadinha, não saber o que era um Cotel. E ficámos as três, especadas a olhar umas para as outras: a minha mãe à espera que a minha irmã se mexesse; a minha irmã à espera que a minha mãe lhe dissesse o que era afinal um Cotel e eu, completamente parva com a situação. Ninguém se mexia, ninguém respirava. Bom, nem era tanto assim. De repente, alguém soltou uma grande gargalhada... seguiu-se uma outra e depois outra. É verdade. E para quem diz que nunca se aprende nada com os mais velhos, esta situação é a prova de que isso é mentira. Hoje em dia, já todas nós sabemos o que é um Cotel. E digo-vos que dá sempre jeito terem um, senão muitos, em casa.
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