Depreendo toda e qualquer vontade tua,
em cada brilho de olhar mudo,
em cada silêncio proferido pela tua respiração,
em cada cor que te caracteriza,
em cada expressão sorridente que mostras sem dó nem compaixão.
Extingues qualquer memória do meu pensamento,
quando a harmonia das tuas palavras se funde com a minha respiração.
Desmesurável e incontrolável esta ânsia de chegar perto.
Sinto cada passo teu, como se do último se tratasse.
Aprecio e deixo-me levar pela honestidade desse brilho,
enquanto escrevo, durmo, falo, rio, como...
domingo, 28 de fevereiro de 2010
A nostalgia que se sente quando algo deixa de o ser.
Amedronta-se o mais pequeno ser, dissipando-se em prantos longos e aflitivos.
E se um novo amanhecer pudesse, com a sua bondade, harmonia e graciosidade, trazer-te.
De um tempo que não era meu, nem era teu nem era nosso.
A inquietude de quem não pode ser o amanhã sem o ontem.
Silenciosamente, absténs-te de um mundo que cessei de estar fechado.
Ecoa-se no mundo o espírito de alcançar o que longe se encontra.
O ânimo e entusiasmo fazem pelejar por sentimentos tão inspiradores e inocentes.
Infrutífera luta que somente a melancolia trouxe.
Amedronta-se o mais pequeno ser, dissipando-se em prantos longos e aflitivos.
E se um novo amanhecer pudesse, com a sua bondade, harmonia e graciosidade, trazer-te.
De um tempo que não era meu, nem era teu nem era nosso.
A inquietude de quem não pode ser o amanhã sem o ontem.
Silenciosamente, absténs-te de um mundo que cessei de estar fechado.
Ecoa-se no mundo o espírito de alcançar o que longe se encontra.
O ânimo e entusiasmo fazem pelejar por sentimentos tão inspiradores e inocentes.
Infrutífera luta que somente a melancolia trouxe.
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