A cada passo surgem infindáveis questões
acerca da nossa orientação neste mundo.
Mundo de tropeços
e perigosos percalços,
com admirações surpresa de água fria
que nos refrescam as ideias
e reflectem o nosso estado de espírito.
Porque a cada segundo que passa
o sentido deixa de o fazer
e a imaginação vai para além dos sonhos.
Sonhos que cedem à pressão de um novo amanhecer
Sonhos que nos ligam à vida
como uma última respiração sufocante,
um último olhar sincero e sereno,
um último gesto breve e marcante,
um último adeus para o fim,
um último tu,
um último eu...
um último nós.
Incompreensão constantemente constante.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
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