Ai...
Este calor que nos atormenta os dias.
Não é?
São 13h e picos e o calor aperta-nos.
O termómetro?
Coitado!
O termómetro quase já não tem forças para empurrar o mercúrio para cima.
Trabalho árduo esse.
Este calor atinge-nos a todos,
tal como o "vírus da selecção portuguesa",
que acabou há uns dias atrás...
Bóóóriiiingue!
segunda-feira, 17 de julho de 2006
quinta-feira, 13 de julho de 2006
Algo estranho constítuido por frases, palavras, letras...
Indubitavelmente, há sempre algo que nos persegue, nos amedronta e nos faz reflectir sobre o fictício fiapo pelo qual cada um se encontra pendente. Quando este se quebrar, dar-se-à o limite da nossa existência. Apesar da sua aparência opaca, da sua irritante fífia, dos laivos por ele deixados, mas que, inevitavelmente, nos levam a lado nenhum, este sempre nos presenteia a sua fidúcia para as nossas persistentes buscas. Por muito tenaz e confiante que este seja, nunca nada nos parece tão penoso conjecturar como vaguear sem Fado por entre todas as possíveis e imaginárias ruas. Oh! Quantas foram as vezes que suplicámos ser meras poalhas, quantas? Quantas terão sido as vezes em que ambicionámos a existência de algo que nos fizesse recuar no tempo, quantas? Quantas... quantas? Oh!
Sssshhhh..
Ao fundo, ouve-se um taciturno, melancólico, álgico e desgostoso silêncio que nos desanima - tudo o que era temido confronta-se, agora, com o nosso venerado ser. Inesperadamente, pinga... e pinga outra vez... até que uma chuva imensa começa a cair e a inundar ruas e ruelas, buracos e buraquinhos... duas nuvens embatem: troveja! E nós? Nós deixamo-nos levar por aquele bonito espectáculo. Extravia-se entretanto o vestígio procurado, agora inprofícuo. Mas, não é desta que nos daremos por vencidos! Há que trazer até ao presente a tenaz força que nos foi concedida. A todos nós, Lusitanos. E acredito que não tenha sido por obra do Espírito Santo...
Hope.
Sssshhhh..
Ao fundo, ouve-se um taciturno, melancólico, álgico e desgostoso silêncio que nos desanima - tudo o que era temido confronta-se, agora, com o nosso venerado ser. Inesperadamente, pinga... e pinga outra vez... até que uma chuva imensa começa a cair e a inundar ruas e ruelas, buracos e buraquinhos... duas nuvens embatem: troveja! E nós? Nós deixamo-nos levar por aquele bonito espectáculo. Extravia-se entretanto o vestígio procurado, agora inprofícuo. Mas, não é desta que nos daremos por vencidos! Há que trazer até ao presente a tenaz força que nos foi concedida. A todos nós, Lusitanos. E acredito que não tenha sido por obra do Espírito Santo...
Hope.
segunda-feira, 3 de julho de 2006
O enigmático nome do blog
Antes de mais, a razão pela qual o blog se dá pelo nome de Falta-vos um Cotel! (depreendo, portanto, que toda a gente saiba o que é um Cotel.):
Para quem diz que as gerações mais velhas precisam de inovar e aprender um pouco com as gerações mais novas, fica aqui um alerta: talvez não seja bem assim. A verdade é que todos os dias aprendemos o novo (ou talvez não) vocabulário dos mais velhos. Já a minha querida mãe dizia: "Filha, vai-me buscar um Cotel, se fazes favor". A minha irmã, como sempre, muito educada, claro que se prontificou a fazê-lo, não fosse o pequeno pormenor de ela, coitadinha, não saber o que era um Cotel. E ficámos as três, especadas a olhar umas para as outras: a minha mãe à espera que a minha irmã se mexesse; a minha irmã à espera que a minha mãe lhe dissesse o que era afinal um Cotel e eu, completamente parva com a situação. Ninguém se mexia, ninguém respirava. Bom, nem era tanto assim. De repente, alguém soltou uma grande gargalhada... seguiu-se uma outra e depois outra. É verdade. E para quem diz que nunca se aprende nada com os mais velhos, esta situação é a prova de que isso é mentira. Hoje em dia, já todas nós sabemos o que é um Cotel. E digo-vos que dá sempre jeito terem um, senão muitos, em casa.
Para quem diz que as gerações mais velhas precisam de inovar e aprender um pouco com as gerações mais novas, fica aqui um alerta: talvez não seja bem assim. A verdade é que todos os dias aprendemos o novo (ou talvez não) vocabulário dos mais velhos. Já a minha querida mãe dizia: "Filha, vai-me buscar um Cotel, se fazes favor". A minha irmã, como sempre, muito educada, claro que se prontificou a fazê-lo, não fosse o pequeno pormenor de ela, coitadinha, não saber o que era um Cotel. E ficámos as três, especadas a olhar umas para as outras: a minha mãe à espera que a minha irmã se mexesse; a minha irmã à espera que a minha mãe lhe dissesse o que era afinal um Cotel e eu, completamente parva com a situação. Ninguém se mexia, ninguém respirava. Bom, nem era tanto assim. De repente, alguém soltou uma grande gargalhada... seguiu-se uma outra e depois outra. É verdade. E para quem diz que nunca se aprende nada com os mais velhos, esta situação é a prova de que isso é mentira. Hoje em dia, já todas nós sabemos o que é um Cotel. E digo-vos que dá sempre jeito terem um, senão muitos, em casa.
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