És... mais do que alguma vez te pedir para seres.
És presença não ausente no quotidiano do Inverno.
És quem sempre foste: obstinado, inconsequente, delicioso.
És a raiva, a alegria, a tristeza e a sabedoria.
Jamais saberei aceder a ti, por mais banquinhos que sobreponha.
És quem não devias ser: a minha perdição.
Obrigada por existires, Ferrero Rocher.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
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