Depreendo toda e qualquer vontade tua,
em cada brilho de olhar mudo,
em cada silêncio proferido pela tua respiração,
em cada cor que te caracteriza,
em cada expressão sorridente que mostras sem dó nem compaixão.
Extingues qualquer memória do meu pensamento,
quando a harmonia das tuas palavras se funde com a minha respiração.
Desmesurável e incontrolável esta ânsia de chegar perto.
Sinto cada passo teu, como se do último se tratasse.
Aprecio e deixo-me levar pela honestidade desse brilho,
enquanto escrevo, durmo, falo, rio, como...
domingo, 28 de fevereiro de 2010
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