A nostalgia que se sente quando algo deixa de o ser.
Amedronta-se o mais pequeno ser, dissipando-se em prantos longos e aflitivos.
E se um novo amanhecer pudesse, com a sua bondade, harmonia e graciosidade, trazer-te.
De um tempo que não era meu, nem era teu nem era nosso.
A inquietude de quem não pode ser o amanhã sem o ontem.
Silenciosamente, absténs-te de um mundo que cessei de estar fechado.
Ecoa-se no mundo o espírito de alcançar o que longe se encontra.
O ânimo e entusiasmo fazem pelejar por sentimentos tão inspiradores e inocentes.
Infrutífera luta que somente a melancolia trouxe.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
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